
A vantagem básica do MORPHEUS está no controle da velocidade de aplicação e na determinação da dose para uma aplicação anestésica. O controle total destes dois parâmetros garante um aumento significativo no grau de segurança fisiológica e no conforto para as anestesias Odontológicas.
O MORPHEUS “substitui” o dedo do Dentista no controle da velocidade de injeção e na determinação da quantidade do anestésico a ser utilizada, oferecendo uma grande gama de escolhas de velocidade de injeção e dose. Sendo uma máquina, oferece também a condição de repetibilidade, permitindo reproduzir os diferentes tipos de aplicações dentro do mesmo padrão de velocidade e dosagem ou seja, aplicações sempre idênticas, garantindo precisão e controle dos resultados.
Por exemplo, a eficácia da droga pode variar de um paciente para outro assim como o tempo de duração do efeito anestésico. Com esse grau de precisão e controle, o MORPHEUS permite personalizar as aplicações de acordo com a experiência com cada paciente, replicando-as sempre que necessário.
Resumidamente, controlar estes dois parâmetros é ajustar uma POSOLOGIA adequada para um procedimento anestésico.
O MORPHEUS possui um conceito totalmente inovador e significa verdadeiro avanço no campo da Anestesiologia Odontológica promovendo resultados fisiológicos extremamente mais confortáveis e seguros para os pacientes. Entretanto, foi concebido para utilizar cartuchos e agulhas convencionais visando a facilitar a vida dos Dentistas em manter seus hábitos de escolha dentre as drogas anestésicas e, dentre os diversos tipos de agulhas existentes no mercado, de forma a respeitar a experiência de cada profissional em seus diversos tipos de procedimentos anestésicos.
Além disto, o sistema atual de acondicionamento de anestésicos em cartuchos, as embalagens das agulhas e seus processos de esterilização disponíveis no mercado mundial atingiram um alto padrão de qualidade com custos relativamente baixos, constituindo-se num sistema reconhecidamente bem sucedido. Personalizar este sistema (cartucho e agulha) criando acessórios especiais e/ou descartáveis, além de desnecessário, adicionaria custos em torno de US$ 2.0 por aplicação.
O velho ditado – gato escaldado tem medo de água fria – deve ser levado em consideração pelos profissionais da área Odontológica. O paciente que está à sua frente tem um só desejo em mente – que você seja capaz de não promover qualquer tipo de dor ou desconforto durante a consulta dentária. Mesmo para os “machões” se for dada a opção de escolha entre sofrer dor ou não, é claro que a opção sempre será pela ausência da dor.
Ao olharmos para o tipo de relacionamento que o Dentista experimenta com sua clientela lembremos que, no seu maior número, os pacientes se apresentam para uma consulta dentária com um tipo de emoção bem diferente de quando, por exemplo, vão ao salão de beleza – o astral nos dois casos é, geralmente, oposto. O profissional atento deve levar seus pacientes em consideração e procurar minimizar ao máximo seus possíveis desgastes durante o atendimento. Uma anestesia restrita ao elemento dentário e uma aplicação indolor justifica com certeza a utilização do MORPHEUS.
O MORPHEUS é o único injetor de anestesia disponível no mercado equipado para fazer POSOLOGIA para o anestésico. Como sabemos, a velocidade de aplicação e a quantidade de anestesia utilizada em determinado procedimento, promovem uma interação em tempo real e de forma direta no Sistema Nervoso Central e Sistema cardiovascular.
Controlar estes parâmetros é controlar os efeitos colaterais das drogas anestésicas, e isto pode ser sentido com anestesias fisiologicamente mais seguras, em que a freqüência cardíaca é protegida e os casos de sudorese, lipotímia, entre outros, podem ser controlados e evitados em sua maior parte.
O MORPHEUS atende plenamente aos preceitos anestésicos de “aplicar a menor dose eficaz” e “injetar na menor velocidade possível”. Estes preceitos agora podem ser perfeitamente mensuráveis e conhecidos dos usuários do equipamento.
O MORPHEUS foi desenvolvido levando-se em consideração que haveria um período de adaptação do usuário para aplicar seus conceitos e desfrutar de todos os recursos que ele oferece. Recomenda-se aos usuários iniciantes que comecem a aplicar suas anestesias utilizando as Técnicas Anestésicas residentes no equipamento, que já estão testadas e tem sua relação velocidade X dosagem, pré-definida. Uma vez familiarizados ficará mais simples compreender os recursos do aparelho para programar relações de velocidades X dosagem escolhidas pelo próprio usuário, que, visualizando o largo caminho de possibilidades a serem investigadas, poderá, inclusive, contribuir para novos conhecimentos na área.
A utilização das Técnicas Anestésicas disponíveis no MORPHEUS abrangem as necessidades da clínica atual cobrindo praticamente 100% das ações que atualmente se conhece na Anestesiologia em Odontologia.
O MORPHEUS disponibiliza vinte programas à escolha do usuário sendo, nove pré-programados e protegidos de mudanças, que são as Técnicas Anestésicas recomendadas para a clínica, tendo sido já testadas e consagradas, e, onze abertos à programação do usuário, que poderá definir POSOLOGIAS (velocidade X dose) personalizadas a seu critério, utilizá-las, gravá-las, apagar e gravar novamente se assim o desejar.
As
Técnicas Anestésicas pré-programadas disponíveis
no MORPHEUS diferenciam-se conforme o procedimento clínico a
que se destinam:
- Duas são Convencionais
- Infiltrativa (a tradicional fundo de saco) e
- Bloqueio Regional de Mandíbula.
Estas duas Técnicas Anestésicas aplicadas com o MORPHEUS
tem os mesmos procedimentos de quando aplicadas pela Seringa Convencional
- “carpule”, entretanto, no MORPHEUS, a constância
da velocidade de injeção e o fator que limita esta velocidade
a 1 cartucho em 2 minutos de injeção, diminui a probalidade
dos efeitos colaterais ligados ao procedimento convencional.
Para
atender aos preceitos de segurança para a Técnica Anestésica
por Bloqueio Regional de Mandíbula o MORPHEUS é equipado
com uma função de ASPIRAçãO eficaz, totalmente
automática, de fácil utilização, podendo
ser repetida quantas vezes for necessária em uma única
aplicação anestésica.
- Duas Convencionais Otimizadas
- Palatina
- Intraligamentar
A Técnica Palatina aplicada com o MORPHEUS significa uma verdadeira
revolução técnica, sendo agora possível
aplicá-la com dor zero nessa região, até então,
quase que intocada pela Anestesiologia. Embora indicada para todo o
palato em diversos tipos de procedimentos clínicos, tem especial
indicação para a bateria anterior da maxila, por permitir
a manutenção da mímica labial e bochechas, facilitando
os trabalhos de desgastes dimensionais e de controle estético
nas provas de Coroas de Jaquetas dos dentes anteriores vivos.
Outra Técnica Convencional Otimizada é a Intraligamentar, indicada principalmente para os casos de extração dentária. Pode também ser usada como Técnica Complementar à Técnica Ca-Zoe que é aplicada através da papila gengival na crista alveolar, recomendada como Técnica de primeira eleição pois tem se apresentado como melhor opção para procedimentos em dentisteria, endodontia e outros, de amplitude sempre local. Pode se dizer que as duas técnicas têm os mesmos efeitos, porém, a Técnica Ca-Zoe oferece menores riscos.
-
Cinco Exclusivas Avançadas
- Ca-Zoe prémolar adulto
- Ca-Zoe molar adulto
- Ca-Zoe pediátrica
- TASA adulto
- TASA pediátrica
A Técnica Ca-Zoe nas suas versões prémolar e molar
para adultos e pediátrica, foi desenvolvida para substituir a
desconfortável Técnica Regional de Mandíbula. Por
seu caráter inovador, obteve concessão de exclusividade
para o MORPHEUS, com patente nos Estados Unidos. A grande vantagem desta
técnica está no conforto que se conquistou para a realização
de procedimentos de dentisteria, endodontia e outros de amplitude sempre
local, para os dentes prémolares e molares inferiores, tanto
em adultos como em crianças. A Técnica Ca-Zoe permite
estabelecer o efeito anestésico restrito aos dentes, sendo que,
a língua, os lábios e bochechas ficam livres do amortecimento
da anestesia. Em Odontopediatria este fato é ainda mais importante
por evitar mordedura nos lábios e bochechas após a consulta,
traumas bastante comuns em crianças pequenas. Além disto,
a Técnica Anestésica Ca-Zoe tem se mostrado de fácil
utilização, com uma porcentagem de acerto muito superior
à Técnica Regional de Mandíbula, apresentando um
operatório indolor em 100% dos casos e ZERO problemas de pós-operatório.
Outro ponto a favor da Técnica Anestésica Ca-Zoe é
o fato de não se trabalhar na zona retromolar, como acontece
na Técnica Regional de Mandíbula. Sabe-se que a ação
da agulha nessa zona pode provocar acidentes com lesões dos ramos
do nervo trigêmeos e conseqüentes parestesias dos lábios,
bochechas ou língua.
A
Técnica Anestésica Subperióstea tradicional tem
sido classificada como técnica complementar, pelo fato de, além
de ser muito dolorosa, provocar pós-operatório que varia
desde a dor intensa no momento da aplicação, que chega
a perdurar por vários dias, até o estabelecimento de necrose
no local da aplicação por causa de traumatismo tecidual.
No caso da TASA – Técnica Anestésica Subperióstea
Avançada – exclusiva e protegida por patente para o MORPHEUS
– como a velocidade da injeção respeita a condição
de absorção do anestésico pelo osso, evita-se a
formação de bolsa por acúmulo de líquido
anestésico durante uma aplicação e, conseqüentemente,
os tecidos periostais são protegidos de descolamento ósseo.
O resultado deste avanço técnico está no fato de
que, pela absorção equilibrada e plena do anestésico
pelo osso, sem refluxo para o meio bucal, as doses necessárias
reduziram-se em cerca de 70% . Além disto, graças à
proteção dos tecidos periósticos, o procedimento
passa a ser totalmente indolor e sem a ocorrência de pós-operatório.
As diferentes modalidades: Ca-Zoe para pré-molares e Ca-Zoe para
molares existem em função de doses diferentes para cada
uma das aplicações. O mesmo é válido para
as modalidades Pediátricas.
Sim. O MORPHEUS tem demonstrado ser um grande auxiliar do profissional em todas as especialidades, facilitando sua vida nos procedimentos anestésicos. Para o caso particular da Odontopediatria, além das técnicas convencionais, o MORPHEUS oferece duas técnicas exclusivas – Ca-Zoe Pediátrica e TASA Pediátrica – ambas com o objetivo de aumentar o grau de eficácia anestésica e impedir os desagradáveis efeitos colaterais por mordeduras em conseqüência da anestesia.
Não. Embora as velocidades do MORPHEUS sejam mais lentas, como a dose necessária passou a ser muito menor, o tempo dispensado em suas aplicações acaba sendo, em média, equivalente ao das aplicações feitas com a seringa Carpule convencional. Ao permitir o aproveitamento total do anestésico colocado diretamente no alvo a ser anestesiado, o MORPHEUS promove a eficácia anestésica desejada com uma dose de droga reduzida em até 70% das doses aplicadas em técnicas convencionais de aplicação.
A
concepção do MORPHEUS teve sua fundamentação
nos conceitos da Anestesiologia que aponta claramente a importância
do “controle da velocidade de aplicação” e
da “escolha de menor dose eficaz”.
Tais conceitos são teoricamente preceituados e amplamente conhecidos
pela classe profissional porém, antes do MORPHEUS, tinha-se apenas
a velha seringa Carpule para tentar aplicá-los artesanalmente
na prática.
Os primeiros trabalhos científicos já desenvolvidos com
o MORPHEUS por instituições renomadas, têm comprovado
a importância da precisão no controle das doses e das velocidades
para o estudo de formulações de POSOLOGIAS que sejam mais
adequadas às condições de cada caso e que produzam
maior segurança e conforto para os pacientes.
Com o MORPHEUS os procedimentos na Odontopediatria podem ser mais adequados para os pequenos pacientes.
Faça o linck abaixo e acompanhe o que eventualmente pode estar acontencendo com nossos pacientes mirins após consulta dentária rotineira... http://www.youtube.com/watch?v=5Vm0mxNkl7M
O TEXTO A SEGUIR FOI RETIRADO DO MANUAL DO MORPHEUS. ESTE MANUAL PODE SER BAIXADO DE NOSSO SITE. ENTRE: www.meibachtech.com > MORPHEUS > Dowloads > Manual do Usuário. As figuras 11; 12 e 13 estão no Manual do Usuário nas páginas: 17;18 e19
• ASPIRAçãO - para esta função que previne injeções intravenosas não dese¬jadas, o Operador deve respeitar as orientações a seguir:
ORIENTAçõES DE MONTAGEM DO ESTOJO PARA CARTUCHO:
1. Com as mãos enluvadas, colocar o cartucho de anestésico dentro do ESTOJO PARA CARTUCHO previamente esterilizado, com o selo de borracha do cartu¬cho voltada para a base (Fig.12).
Fig.12
2. Firmar com os dedos o cartucho de anestésico através das janelas (visores) do ESTOJO PARA CARTUCHO (Fig. 13).
3. Roscar o conjunto ESTOJO PARA CARTUCHO + cartucho de anestésico na BASE DA CANETA, de tal modo que o cartucho de anestésico (ainda preso pe¬los dedos do Operador) gire conjuntamente com o ESTOJO PARA CARTUCHO (Fig.13). Nesta operação, a borracha do cartucho de anestésico será penetra¬da pela FISGA que fica na ponta do êMBOLO (Fig. 11), na BASE DA CANETA.
Fig.13
Fig. 11 Fisga na ponta do êmbolo
4. Completada esta etapa, desenroscar apenas o ESTOJO PARA CARTUCHO.
5. Verificar que o cartucho de anestésico esteja firmemente preso à FISGA e, portanto, ao êMBOLO. Lembre-se: na movimentação mecânica de retrocesso do êMBOLO, este deverá carregar consigo a rolha presa (puxar) - para que se realize a ASPIRAçãO.
6. Roscar novamente o ESTOJO PARA CARTUCHO na BASE DA CANETA e, a se¬guir,
7. Instalar a agulha na ponta da CANETA APLICADORA.
IMPORTANTE: A instalação da agulha deverá ser efetuada somente depois de completados todos os passos descritos anteriormente.
IMPORTANTE: O cuidadoso design da parte superior do GA¬BINETE inclui uma canaleta – “BERçO DA CANETA APLICADO¬RA” – concebida para alojar a CANETA APLICADORA já com a agulha instalada. Esse recurso permite maior segurança ao OPERADOR por evitar acidentes por perfuração com a agulha na seqüência dos procedimentos.
Esta função destina-se a evitar injeções intravasculares. Aciona-se com um único toque do pé sobre o botão ASPIRAR, posicionado em destaque na parte superior esquerda da PEDALEIRA.
> - ESQUERDA (função 1):
- Utilizado para PUNçãO INICIAL da agulha ("ANESTESIA TóPICA - SEM DOR"),
- Recomenda-se posicionar a agulha com seu chanfro voltado para a superfície tecidual,
- A agulha deve estar quase que paralela ao plano tecidual (gengiva inserida),
- O ponto da punção sempre deve ser na faixa da gengiva inserida, por ser esta mais fibrosada e suas terminações nervosas estarem localizadas mais internamente no tecido gengival.
- Uma velocidade de injeção específica para a punção inicial da agulha é disponibilizada automaticamente pelo equipamento. Ao ser acionado o pedal ocorre a injeção do anestésico. Ao ser desacionado o pedal - imediatamente o equipamento para de injetar.
> - ESQUERDA (função 2):
- INTRODUçãO DA AGULHA - Após a ANESTESIA TóPICA - SEM DOR, acionar novamente o pedal para esquerda e realizar toda a INTRODUçãO DA AGULHA até o alvo a ser anestesiado. O movimento da agulha quando feito de maneira lenta também se dá de forma indolor.
OBSERVAçãO: Assim como a PUNçãO INICIAL a INTRODUçãO DA AGULHA também é indolor devido ao perfeito equilíbrio da INJEçãO DA DROGA ANESTéSICA (com sua velocidade de injeção específica) com a sua LATêNCIA (tempo que leva para a anestesia se estabelecer). Neste caso, o anestésico chega aos tecidos e antes que ele comprima os feixes nervosos e provoque dor, a anestesia é totalmente estabelecida.
NOTA: As funções 1 e 2 se dão com o acionamento do pedal para a esquerda. A velocidade de injeção, no caso, é a mesma e atende adequadamente as duas funções.
> - DIREITA (função 3):
- Utilizado para INJEçãO da dose estipulada para cada procedimento - INJEçãO propriamente dita.
- Neste caso, a velocidade de injeção é específica para cada técnica anestésica residente no equipamento.
NOTA: Sempre uma velocidade de injeção específica é disponível para cada técnica anestésica e tem a função de:
- proteger os tecidos de traumatismos, como exemplo, descolamentos de periósteos nas aplicações subperiósticas e,
- evitar dor durante o procedimento de injeção (propriamente dita).