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Qual a vantagem do MORPHEUS?

A vantagem básica do MORPHEUS está no controle da velocidade de aplicação e na determinação da dose para uma aplicação anestésica. O controle total destes dois parâmetros garante um aumento significativo no grau de segurança fisiológica e no conforto para as anestesias Odontológicas.

O MORPHEUS “substitui” o dedo do Dentista no controle da velocidade de injeção e na determinação da quantidade do anestésico a ser utilizada, oferecendo uma grande gama de escolhas de velocidade de injeção e dose. Sendo uma máquina, oferece também a condição de repetibilidade, permitindo reproduzir os diferentes tipos de aplicações dentro do mesmo padrão de velocidade e dosagem ou seja, aplicações sempre idênticas, garantindo precisão e controle dos resultados.

Por exemplo, a eficácia da droga pode variar de um paciente para outro assim como o tempo de duração do efeito anestésico. Com esse grau de precisão e controle, o MORPHEUS permite personalizar as aplicações de acordo com a experiência com cada paciente, replicando-as sempre que necessário.

Resumidamente, controlar estes dois parâmetros é ajustar uma POSOLOGIA adequada para um procedimento anestésico.

Gostaria de saber se o MORPHEUS é adaptado na carpule normal?
Não. No entanto, embora não se adapte à Seringa Convencional – ou “carpule” – o MORPHEUS foi desenvolvido para utilizar os mesmos cartuchos e agulhas convencionais de anestésicos disponíveis no mercado. A parte onde são alojados o cartucho e a agulha é muito semelhante à Seringa Convencional, com a diferença de que, no caso do MORPHEUS essa parte é um estojo roscado ao equipamento, enquanto na Seringa Convencional – “carpule” – essa parte é engatilhada.
Qual foi o motivo de se utilizar cartuchos e agulhas convencionais no MORPHEUS?

O MORPHEUS possui um conceito totalmente inovador e significa verdadeiro avanço no campo da Anestesiologia Odontológica promovendo resultados fisiológicos extremamente mais confortáveis e seguros para os pacientes. Entretanto, foi concebido para utilizar cartuchos e agulhas convencionais visando a facilitar a vida dos Dentistas em manter seus hábitos de escolha dentre as drogas anestésicas e, dentre os diversos tipos de agulhas existentes no mercado, de forma a respeitar a experiência de cada profissional em seus diversos tipos de procedimentos anestésicos.

Além disto, o sistema atual de acondicionamento de anestésicos em cartuchos, as embalagens das agulhas e seus processos de esterilização disponíveis no mercado mundial atingiram um alto padrão de qualidade com custos relativamente baixos, constituindo-se num sistema reconhecidamente bem sucedido. Personalizar este sistema (cartucho e agulha) criando acessórios especiais e/ou descartáveis, além de desnecessário, adicionaria custos em torno de US$ 2.0 por aplicação.

O conceito de inovador e de verdadeiro avanço no campo da Anestesiologia Odontológica para o MORPHEUS não seria um exagero? Não seria simplesmente um injetor de anestésico mecanizado?
Num primeiro momento o MORPHEUS poderia, de fato, ser visto como um simples aplicador mecanizado de anestésicos, porém, o nível de ajuste de sua tecnologia à fisiologia dos tecidos a serem anestesiados permite resultados que uma simples mecanização não alcançaria:

- Anestesias garantidamente indolores, mesmo em regiões tradicionalmente dolorosas, como as realizadas no palato.
- As desagradáveis “picadinhas da agulha” agora já podem ser consideradas coisas do passado, em quase 100% dos casos.
- Anestesias restritas aos dentes, sem o efeito de “boca dura” nos tecidos moles, como lábios, bochechas e língua. Este tipo de anestesia restrita aos dentes pode ser obtida com o MORPHEUS nas aplicações em toda a maxila, prémolares e molares da mandíbula.
- Ajuste da POSOLOGIA anestésica visando resultados mais adequados com relação a eficácia, duração do efeito, extensão do efeito, aplicações indolores, maior proteção contra efeitos colaterais como arritmias cardíacas, lipotímias, entre outros de maior gravidade.
Que vantagens há para o Dentista no fato de evitar o efeito da anestesia nos tecidos moles ou a dor durante os procedimentos de uma aplicação anestésica?

O velho ditado – gato escaldado tem medo de água fria – deve ser levado em consideração pelos profissionais da área Odontológica. O paciente que está à sua frente tem um só desejo em mente – que você seja capaz de não promover qualquer tipo de dor ou desconforto durante a consulta dentária. Mesmo para os “machões” se for dada a opção de escolha entre sofrer dor ou não, é claro que a opção sempre será pela ausência da dor.

Ao olharmos para o tipo de relacionamento que o Dentista experimenta com sua clientela lembremos que, no seu maior número, os pacientes se apresentam para uma consulta dentária com um tipo de emoção bem diferente de quando, por exemplo, vão ao salão de beleza – o astral nos dois casos é, geralmente, oposto. O profissional atento deve levar seus pacientes em consideração e procurar minimizar ao máximo seus possíveis desgastes durante o atendimento. Uma anestesia restrita ao elemento dentário e uma aplicação indolor justifica com certeza a utilização do MORPHEUS.

Como o MORPHEUS pode garantir anti-sepsia sem utilização de descartáveis? Existe proteção contra infecções cruzadas?
O MORPHEUS é totalmente seguro com relação ao aspecto de segurança anti-séptica e isto se deve, principalmente, ao desenho arrojado da peça onde se aloja o cartucho e a agulha, isto é, o Estojo para Cartucho e Agulha. Este estojo envolve completamente a Caneta Aplicadora durante o uso, protegendo-a do contato com a mão do Dentista. Por sua vez, o Estojo para Cartucho e Agulha, após o uso, pode ser normalmente autoclavado, ou mesmo ir para estufa, assegurando assim, proteção total contra infecções cruzadas.
Qual a vantagem do MORPHEUS em relação aos outros aplicadores de anestesia?

O MORPHEUS é o único injetor de anestesia disponível no mercado equipado para fazer POSOLOGIA para o anestésico. Como sabemos, a velocidade de aplicação e a quantidade de anestesia utilizada em determinado procedimento, promovem uma interação em tempo real e de forma direta no Sistema Nervoso Central e Sistema cardiovascular.

Controlar estes parâmetros é controlar os efeitos colaterais das drogas anestésicas, e isto pode ser sentido com anestesias fisiologicamente mais seguras, em que a freqüência cardíaca é protegida e os casos de sudorese, lipotímia, entre outros, podem ser controlados e evitados em sua maior parte.

O MORPHEUS atende plenamente aos preceitos anestésicos de “aplicar a menor dose eficaz” e “injetar na menor velocidade possível”. Estes preceitos agora podem ser perfeitamente mensuráveis e conhecidos dos usuários do equipamento.

Utilizar as baixas velocidades de aplicação de anestésico do MORPHEUS recomendadas para obter os melhores resultados fisiológicos não irá aumentar demais o tempo em que o paciente ficará recebendo a aplicação?
Não. Quando se utiliza o MORPHEUS em baixas velocidades, a quantidade de anestésico necessária para um mesmo tipo de procedimento clínico é muito menor. Sendo assim, mesmo aplicando o anestésico de forma mais lenta, o tempo médio de aplicação resultante é parecido com o tempo de uma aplicação na forma tradicional. body { background: #FFF; }
Com o MORPHEUS só se aplica anestésicos em velocidades muito menores que as usuais?
Não. Embora os melhores resultados fisiológicos sejam obtidos quando se utilizam velocidades baixas, o MORPHEUS permite também aplicações em que a velocidade de aplicação equivale a um cartucho inteiro em pouco menos de 2 minutos – esta é a maior velocidade desempenhada pelo MORPHEUS. Trata-se da maior velocidade para aplicações anestésicas atualmente aceita pela Anestesiologia como guardando um bom nível de segurança.
Na página 24 do Manual do Operador do MORPHEUS afirma-se que a TÉCNICA ANESTÉSICA TASA (Técnica Anestésica Subperióstea Avançada) obtém resultado de eficácia anestésica com doses reduzidas em até 70%. Pode-se dizer com isso que a toxicidade anestésica fica menor?
Sim. Este é um fator que garante a tranqüilidade do Dentista em relação aos riscos para o seu paciente. A matemática nesse caso é real: menor quantidade da droga – menor toxicidade.
O que garante a ausência da dor nas aplicações de anestesia com o MORPHEUS?
Uma feliz conjunção de fatores observada no uso prático do MORPHEUS: total controle da velocidade de aplicação; constância da entrega do anestésico (que só é conseguida por uma máquina) e utilização de velocidades muito menores que aquelas tradicionalmente praticadas. Esses fatores em conjunto permitem alcançar um ponto ótimo de equilíbrio entre a entrada do anestésico e sua absorção pelos tecidos, de tal forma que, o volume do anestésico não se acumula e portanto não exerce compressão nos feixes nervosos presentes nos locais onde o líquido está sendo depositado, evitando a dor do momento de penetração do líquido. Enquanto isto acontece, atinge-se o tempo de latência da droga cujo efeito se estabelece e passa a impedir a dor durante os procedimentos.
Gostaria de adquirir o MORPHEUS mas, confesso ter receio de não me adaptar a ele. Como um usuário pode ser iniciado nas escolhas de velocidade e doses no Morpheus?

O MORPHEUS foi desenvolvido levando-se em consideração que haveria um período de adaptação do usuário para aplicar seus conceitos e desfrutar de todos os recursos que ele oferece. Recomenda-se aos usuários iniciantes que comecem a aplicar suas anestesias utilizando as Técnicas Anestésicas residentes no equipamento, que já estão testadas e tem sua relação velocidade X dosagem, pré-definida. Uma vez familiarizados ficará mais simples compreender os recursos do aparelho para programar relações de velocidades X dosagem escolhidas pelo próprio usuário, que, visualizando o largo caminho de possibilidades a serem investigadas, poderá, inclusive, contribuir para novos conhecimentos na área.

A utilização das Técnicas Anestésicas disponíveis no MORPHEUS abrangem as necessidades da clínica atual cobrindo praticamente 100% das ações que atualmente se conhece na Anestesiologia em Odontologia.

O MORPHEUS disponibiliza vinte programas à escolha do usuário sendo, nove pré-programados e protegidos de mudanças, que são as Técnicas Anestésicas recomendadas para a clínica, tendo sido já testadas e consagradas, e, onze abertos à programação do usuário, que poderá definir POSOLOGIAS (velocidade X dose) personalizadas a seu critério, utilizá-las, gravá-las, apagar e gravar novamente se assim o desejar.

Como escolher entre as técnicas pré-programadas para um determinado procedimento clínico?

As Técnicas Anestésicas pré-programadas disponíveis no MORPHEUS diferenciam-se conforme o procedimento clínico a que se destinam:
- Duas são Convencionais
- Infiltrativa (a tradicional fundo de saco) e
- Bloqueio Regional de Mandíbula.
Estas duas Técnicas Anestésicas aplicadas com o MORPHEUS tem os mesmos procedimentos de quando aplicadas pela Seringa Convencional - “carpule”, entretanto, no MORPHEUS, a constância da velocidade de injeção e o fator que limita esta velocidade a 1 cartucho em 2 minutos de injeção, diminui a probalidade dos efeitos colaterais ligados ao procedimento convencional.

Para atender aos preceitos de segurança para a Técnica Anestésica por Bloqueio Regional de Mandíbula o MORPHEUS é equipado com uma função de ASPIRAçãO eficaz, totalmente automática, de fácil utilização, podendo ser repetida quantas vezes for necessária em uma única aplicação anestésica.

- Duas Convencionais Otimizadas
- Palatina
- Intraligamentar
A Técnica Palatina aplicada com o MORPHEUS significa uma verdadeira revolução técnica, sendo agora possível aplicá-la com dor zero nessa região, até então, quase que intocada pela Anestesiologia. Embora indicada para todo o palato em diversos tipos de procedimentos clínicos, tem especial indicação para a bateria anterior da maxila, por permitir a manutenção da mímica labial e bochechas, facilitando os trabalhos de desgastes dimensionais e de controle estético nas provas de Coroas de Jaquetas dos dentes anteriores vivos.

Outra Técnica Convencional Otimizada é a Intraligamentar, indicada principalmente para os casos de extração dentária. Pode também ser usada como Técnica Complementar à Técnica Ca-Zoe que é aplicada através da papila gengival na crista alveolar, recomendada como Técnica de primeira eleição pois tem se apresentado como melhor opção para procedimentos em dentisteria, endodontia e outros, de amplitude sempre local. Pode se dizer que as duas técnicas têm os mesmos efeitos, porém, a Técnica Ca-Zoe oferece menores riscos.

- Cinco Exclusivas Avançadas
- Ca-Zoe prémolar adulto
- Ca-Zoe molar adulto
- Ca-Zoe pediátrica
- TASA adulto
- TASA pediátrica
A Técnica Ca-Zoe nas suas versões prémolar e molar para adultos e pediátrica, foi desenvolvida para substituir a desconfortável Técnica Regional de Mandíbula. Por seu caráter inovador, obteve concessão de exclusividade para o MORPHEUS, com patente nos Estados Unidos. A grande vantagem desta técnica está no conforto que se conquistou para a realização de procedimentos de dentisteria, endodontia e outros de amplitude sempre local, para os dentes prémolares e molares inferiores, tanto em adultos como em crianças. A Técnica Ca-Zoe permite estabelecer o efeito anestésico restrito aos dentes, sendo que, a língua, os lábios e bochechas ficam livres do amortecimento da anestesia. Em Odontopediatria este fato é ainda mais importante por evitar mordedura nos lábios e bochechas após a consulta, traumas bastante comuns em crianças pequenas. Além disto, a Técnica Anestésica Ca-Zoe tem se mostrado de fácil utilização, com uma porcentagem de acerto muito superior à Técnica Regional de Mandíbula, apresentando um operatório indolor em 100% dos casos e ZERO problemas de pós-operatório. Outro ponto a favor da Técnica Anestésica Ca-Zoe é o fato de não se trabalhar na zona retromolar, como acontece na Técnica Regional de Mandíbula. Sabe-se que a ação da agulha nessa zona pode provocar acidentes com lesões dos ramos do nervo trigêmeos e conseqüentes parestesias dos lábios, bochechas ou língua.

A Técnica Anestésica Subperióstea tradicional tem sido classificada como técnica complementar, pelo fato de, além de ser muito dolorosa, provocar pós-operatório que varia desde a dor intensa no momento da aplicação, que chega a perdurar por vários dias, até o estabelecimento de necrose no local da aplicação por causa de traumatismo tecidual. No caso da TASA – Técnica Anestésica Subperióstea Avançada – exclusiva e protegida por patente para o MORPHEUS – como a velocidade da injeção respeita a condição de absorção do anestésico pelo osso, evita-se a formação de bolsa por acúmulo de líquido anestésico durante uma aplicação e, conseqüentemente, os tecidos periostais são protegidos de descolamento ósseo. O resultado deste avanço técnico está no fato de que, pela absorção equilibrada e plena do anestésico pelo osso, sem refluxo para o meio bucal, as doses necessárias reduziram-se em cerca de 70% . Além disto, graças à proteção dos tecidos periósticos, o procedimento passa a ser totalmente indolor e sem a ocorrência de pós-operatório.

As diferentes modalidades: Ca-Zoe para pré-molares e Ca-Zoe para molares existem em função de doses diferentes para cada uma das aplicações. O mesmo é válido para as modalidades Pediátricas.

Fiz uma anestesia Ca-Zoe Molar e, após uma semana a região apresentou uma lesão. A paciente está tomando cortisona para a coluna e mesmo assim não cicatrizou. O que pode estar acontecendo?
Em princípio, esta Técnica Anestésica Ca-Zoe está contra indicada quando houver infecção periodontal no local da aplicação - é bem possível que no dia da aplicação, a região estivesse infectada.

Num caso parecido com o de seu paciente, constatou-se que, com grande probabilidade, pode ter havido contaminação dos tecidos por inoculação de germes da placa bacteriana dental nos tecidos gengivais pelo próprio trabalho de introdução da agulha durante os procedimentos de injeção - é importante atentar para que a agulha nunca toque o dente durante os procedimentos da técnica: como o ponto de inserção da agulha (papila gengival) é muito próximo ao dente, deve-se ter o máximo cuidado para que a agulha não sofra contaminação por contato com o dente, cuja região cervical, com grande freqüência, é portadora de placa bacteriana. O risco de contaminação da agulha e posterior inoculação durante a introdução normal da agulha é real.

A Técnica Ca-Zoe foi estudada cientificamente por diversas instituições acadêmicas, sendo que em um dos estudos, desenvolvido pela UNICID (Universidade da Cidade de São Paulo), um dos resultados se refere justamente ao pós-operatório: “pós-operatório ZERO para a Técnica Ca-Zoe”, isto é, todos os casos estudados durante a pesquisa científica não apresentaram qualquer problema após a aplicação.
Há uma recomendação tradicional para procedimentos de injeção anestésica, relacionada com trabalho da agulha, que indica recuá-la em 1 milímetro ao se tocar o tecido ósseo e isto deve ser feito para evitar traumatismos teciduais. Porque no caso das Técnicas Ca-Zoe e TASA classificadas como técnicas intra-ósseas essa recomendação não existe?
A ocorrência de traumatismos teciduais resultantes de injeções nas regiões periósseas, quando da administração do anestésico por seringa Carpule convencional é amplamente conhecida. Entretanto, isto acontece não pela ação da agulha sobre o tecido ósseo como sempre se pensou e sim, devido à força de injeção do anestésico. Em geral, a grande força necessária para injetar o anestésico nestes rígidos sítios teciduais, impede que o operador tenha um controle suave da velocidade de injeção. O resultado é uma injeção em velocidade alta, incompatível com a condição de absorção pelo osso. Nesse caso, o volume de líquido anestésico rapidamente se acumula no local (subperiósteo). Como resultado, forma-se uma bolsa de líquido cuja pressão para ganhar espaço provoca o descolamento do tecido perióstico com conseqüentes traumatismos teciduais diretos. Com a recomendação de retroceder a agulha, tenta-se evitar que seja necessária essa grande força que se impõe à saída do líquido no meio ósseo.
Nas Técnicas TASA e Ca-Zoe, quando o meio de administração é o MORPHEUS, embora o trabalho da agulha ocorra diretamente no tecido ósseo, as velocidades de injeção programadas no equipamento para estas técnicas, foram largamente estudadas e são lentas o suficiente para se adequar ao grau de absorção desse tecido sem perder sua necessária força de penetração.
Para que a Aspiração seja segura, é preciso usar cartucho de vidro?
Não. O sistema automático de Aspiração é eficiente e seguro utilizando-se qualquer tipo de cartucho existente atualmente no mercado.
Quando a técnica utilizada exige muita força de injeção (como é o caso das injeções intraligamentares, palatinas e intraósseas), há algum risco de quebra do cartucho de vidro?
Não. Estudos com o MORPHEUS demonstraram que, com as técnicas indicadas, nas baixas velocidades de injeção pré-programadas para tecidos mais rígidos, o líquido permeia totalmente estes sítios, não ocorrendo refluxo e formação de pressão no interior do cartucho que possa provocar sua quebra.
O MORPHEUS também é indicado para Odontopediatria?

Sim. O MORPHEUS tem demonstrado ser um grande auxiliar do profissional em todas as especialidades, facilitando sua vida nos procedimentos anestésicos. Para o caso particular da Odontopediatria, além das técnicas convencionais, o MORPHEUS oferece duas técnicas exclusivas – Ca-Zoe Pediátrica e TASA Pediátrica – ambas com o objetivo de aumentar o grau de eficácia anestésica e impedir os desagradáveis efeitos colaterais por mordeduras em conseqüência da anestesia.

As velocidades intencionalmente mais lentas do MORPHEUS não irão tornar as aplicações anestésicas muito demoradas?

Não. Embora as velocidades do MORPHEUS sejam mais lentas, como a dose necessária passou a ser muito menor, o tempo dispensado em suas aplicações acaba sendo, em média, equivalente ao das aplicações feitas com a seringa Carpule convencional. Ao permitir o aproveitamento total do anestésico colocado diretamente no alvo a ser anestesiado, o MORPHEUS promove a eficácia anestésica desejada com uma dose de droga reduzida em até 70% das doses aplicadas em técnicas convencionais de aplicação.


É possível obter os mesmos resultados encontrados para as Técnicas Ca-Zoe e TASA utilizando a seringa Carpule convencional?
Não. A baixa velocidade e a constância na injeção do anestésico controladas pelo MORPHEUS são condições imprescindíveis para o sucesso destas técnicas anestésicas e não são passíveis de reprodução pela habilidade manual com a seringa Carpule convencional.


O MORPHEUS tem fundamentação científica?

A concepção do MORPHEUS teve sua fundamentação nos conceitos da Anestesiologia que aponta claramente a importância do “controle da velocidade de aplicação” e da “escolha de menor dose eficaz”.
Tais conceitos são teoricamente preceituados e amplamente conhecidos pela classe profissional porém, antes do MORPHEUS, tinha-se apenas a velha seringa Carpule para tentar aplicá-los artesanalmente na prática.
Os primeiros trabalhos científicos já desenvolvidos com o MORPHEUS por instituições renomadas, têm comprovado a importância da precisão no controle das doses e das velocidades para o estudo de formulações de POSOLOGIAS que sejam mais adequadas às condições de cada caso e que produzam maior segurança e conforto para os pacientes.


O MORPHEUS tem garantia de fabricação?
Sim. A Meibach Tech veio se preparando por vários anos e agora tem o prazer de entregar inicialmente no mercado nacional, um equipamento de alta tecnologia. O MORPHEUS foi concebido dentro das NORMAS TéCNICAS BRASILEIRAS, possuindo registro no Ministério da Saúde sob o número 80164510001, estando a indústria rodando dentro das instruções do sistema ISO 9001-2000, já em fase final de certificação. Foram também atendidas todas as exigências normativas para este tipo de equipamento Eletromédico, nos ensaios laboratoriais que estão sendo realizados para obtenção do selo de qualidade INMETRO.
O respeito ao comprador do MORPHEUS levou a Meibach Tech a ter o compromisso de buscar efetiva qualidade no seu produto e agora oferece garantia real de 1 ano para o MORPHEUS, dentro das condições definidas em seu Termo de Garantia.
Como será a Assistência Técnica para o Morpheus?
A Meibach Tech já está preparada para oferecer Assistência Técnica aos usuários do MORPHEUS no seguinte endereço:
Alameda Iraé, 620 cj. 018 - São Paulo – SP - Cep: 04075-000
assistec@meibachtech.com
SAC: 55 11 -5051-9683
Analgesia por Óxido Nitroso

Com o MORPHEUS os procedimentos na Odontopediatria podem ser mais adequados para os pequenos pacientes.

Faça o linck abaixo e acompanhe o que eventualmente pode estar acontencendo com nossos pacientes mirins após consulta dentária rotineira... http://www.youtube.com/watch?v=5Vm0mxNkl7M

Como é que o equipamento faz a aspiração para certificar que não puncionou um vaso?

O TEXTO A SEGUIR FOI RETIRADO DO MANUAL DO MORPHEUS. ESTE MANUAL PODE SER BAIXADO DE NOSSO SITE. ENTRE: www.meibachtech.com  > MORPHEUS > Dowloads > Manual do Usuário. As figuras 11; 12 e 13 estão no Manual do Usuário nas páginas: 17;18 e19

• ASPIRAçãO - para esta função que previne injeções intravenosas não dese¬jadas, o Operador deve respeitar as orientações a seguir:
ORIENTAçõES DE MONTAGEM DO ESTOJO PARA CARTUCHO:
1. Com as mãos enluvadas, colocar o cartucho de anestésico dentro do ESTOJO PARA CARTUCHO previamente esterilizado, com o selo de borracha do cartu¬cho voltada para a base (Fig.12).

Fig.12
 
2. Firmar com os dedos o cartucho de anestésico através das janelas (visores) do ESTOJO PARA CARTUCHO (Fig. 13).
3. Roscar o conjunto ESTOJO PARA CARTUCHO + cartucho de anestésico na BASE DA CANETA, de tal modo que o cartucho de anestésico (ainda preso pe¬los dedos do Operador) gire conjuntamente com o ESTOJO PARA CARTUCHO (Fig.13). Nesta operação, a borracha do cartucho de anestésico será penetra¬da pela FISGA que fica na ponta do êMBOLO (Fig. 11), na BASE DA CANETA.

Fig.13
 

                                            Fig. 11  Fisga na ponta do êmbolo


4. Completada esta etapa, desenroscar apenas o ESTOJO PARA CARTUCHO.
5. Verificar que o cartucho de anestésico esteja firmemente preso à FISGA e, portanto, ao êMBOLO. Lembre-se: na movimentação mecânica de retrocesso do êMBOLO, este deverá carregar consigo a rolha presa (puxar) - para que se realize a ASPIRAçãO.
6. Roscar novamente o ESTOJO PARA CARTUCHO na BASE DA CANETA e, a se¬guir,
7. Instalar a agulha na ponta da CANETA APLICADORA.

IMPORTANTE: A instalação da agulha deverá ser efetuada somente depois de completados todos os passos descritos anteriormente.

IMPORTANTE: O cuidadoso design da parte superior do GA¬BINETE inclui uma canaleta – “BERçO DA CANETA APLICADO¬RA” – concebida para alojar a CANETA APLICADORA já com a agulha instalada. Esse recurso permite maior segurança ao OPERADOR por evitar acidentes por perfuração com a agulha na seqüência dos procedimentos.

Esta função destina-se a evitar injeções intravasculares. Aciona-se com um único toque do pé sobre o botão ASPIRAR, posicionado em destaque na parte superior esquerda da PEDALEIRA.

Quais são as funções do pedal acionador do MORPHEUS?

> - ESQUERDA (função 1):

- Utilizado para PUNçãO INICIAL da agulha ("ANESTESIA TóPICA - SEM DOR"),
- Recomenda-se posicionar a agulha com seu chanfro voltado para a superfície tecidual,
- A agulha deve estar quase que paralela ao plano tecidual (gengiva inserida),
- O ponto da punção sempre deve ser na faixa da gengiva inserida, por ser esta mais fibrosada e suas terminações nervosas estarem localizadas mais internamente no tecido gengival.
- Uma velocidade de injeção específica para a punção inicial da agulha é disponibilizada automaticamente pelo equipamento. Ao ser acionado o pedal ocorre a injeção do anestésico. Ao ser desacionado o pedal - imediatamente o equipamento para de injetar.

> - ESQUERDA (função 2):

- INTRODUçãO DA AGULHA - Após a ANESTESIA TóPICA - SEM DOR, acionar novamente o pedal para esquerda e realizar toda a INTRODUçãO DA AGULHA até o alvo a ser anestesiado. O movimento da agulha quando feito de maneira lenta também se dá de forma indolor.

OBSERVAçãO: Assim como a PUNçãO INICIAL a INTRODUçãO DA AGULHA também é indolor devido ao perfeito equilíbrio da INJEçãO DA DROGA ANESTéSICA (com sua velocidade de injeção específica) com a sua LATêNCIA (tempo que leva para a anestesia se estabelecer). Neste caso, o anestésico chega aos tecidos e antes que ele comprima os feixes nervosos e provoque dor, a anestesia é totalmente estabelecida.

NOTA: As funções 1 e 2 se dão com o acionamento do pedal para a esquerda. A velocidade de injeção, no caso, é a mesma e atende adequadamente as duas funções.

> - DIREITA (função 3):

- Utilizado para INJEçãO da dose estipulada para cada procedimento - INJEçãO propriamente dita.
- Neste caso, a velocidade de injeção é específica para cada técnica anestésica residente no equipamento.

NOTA: Sempre uma velocidade de injeção específica é disponível para cada técnica anestésica e tem a função de:
- proteger os tecidos de traumatismos, como exemplo, descolamentos de periósteos nas aplicações subperiósticas  e,
- evitar dor durante o procedimento de injeção (propriamente dita).  



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